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Atendimento humanizado é diferencial da atenção domiciliar

O atendimento humanizado é uma das grandes tendências de inovação em saúde. Congressos, revistas e portais de notícias da área abordam o assunto já tem um tempo, mas após a crise do novo coronavírus (Covid-19), sua importância ganhou ainda mais destaque.

A humanização é sinônimo direto do respeito pela vida humana e deve estar presente em todas as interações sociais. Na saúde é complementada por aspectos técnico-científicos e surge da necessidade de se abordar uma dimensão mais holística das doenças, envolvendo não apenas os pacientes e familiares, mas também o profissional que está no centro dos processos.

Nesse quesito, a atenção domiciliar, principalmente no cuidado ao idoso e doente crônico, ganha especial destaque. Pois contribuiu, de forma única, no entendimento sobre a importância da dimensão relacional para a efetivação de um cuidado em saúde completo.

Atendimento humanizado: pessoas lidando com pessoas

Quando uma pessoa tem algum problema de saúde, ela pode ficar emocionalmente desestabilizada. Principalmente quando se trata de diagnósticos mais complexos, como câncer ou mesmo contrair coronavírus em meio a uma pandemia dessa doença. O médico é nessas situações a pessoa que detêm o conhecimento para ajudar, o que soa como figura hierárquica e distante para os pacientes. Uma relação mais próxima e humana tem o poder de quebrar esse estigma e gerar transparência e confiança.

Preceitos base, por exemplo, do modelo Buurtzoorg onde a atenção domiciliar e atendimento humanizado dão as mãos para uma assistência em casa, onde os profissionais não se limitam a prescrever remédios e utilizar elementos tecnológicos para medir e intervir variáveis ​​fisiológicas. O cuidado é mais integral e considera a carga de sentimentos das pessoas atendidas, com as certezas e incertezas de uma doença. 

É notório que uma pessoa atendida de forma humanizada e que tem suas preocupações ouvidas pelo profissional que o ajuda, é muito mais capaz de entender as próprias necessidades e se atentar a como cuidar delas. Vamos pensar em um idoso com pressão alta: no Buurtzoorg o diagnóstico é sempre claro e os enfermeiros e enfermeiras estão lá para apoiar. Assim, o paciente sai do estado passivo, telespectador da própria vida, e passa agir em prol de sua própria saúde. Contando sempre com o apoio da comunidade e da família. 

Como o atendimento humanizado é aplicado no atendimento domiciliar?

Ouvir o que as pessoas têm a dizer com calma, buscar entender seus hábitos e sentimentos, entre outras questões relacionadas, são exemplos de ações que prestam um serviço mais humano no atendimento domiciliar. Ninguém gosta de ficar doente ou ter uma condição crônica. Assim como envelhecer não é sinônimo do fim da vida. Por isso, os profissionais dessa modalidade devem tratar a todos com empatia. No Buurtzoorg, há a vantagem  ainda do atendimento acontecer de forma personalizada, os pacientes têm nos enfermeiros um amigo que está ali para para ajudá-los.

Essas são ações pontuais, mas que fazem parte de uma revolução ocasionada pelo cuidado focado no autogerenciamento. A Laços Saúde faz parte desse movimento e trouxe com exclusividade a estrutura do modelo Buurtzoorg para o Brasil. Em todos os planos oferecidos, o atendimento humanizado está presente. Estes são elaborados de acordo com as necessidades de cada paciente, o que resulta em aproximação, vínculo, confiança e referência.

A Laços Saúde busca mostrar por meio do atendimento humanizado, que o mercado de saúde é feito de pessoas para pessoas e que se torna muito mais eficaz quando esse preceito é central, considerando o paciente como protagonista e não os procedimentos ou técnicas.

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